O Sinproesemma denuncia a postura da gestão municipal de Cândido Mendes em relação ao pagamento dos precatórios do Fundef aos professores do município. O prefeito Facinho (PL) tem se recusado a efetuar o pagamento aos trabalhadores em educação que têm direito aos valores, mesmo após avanços no processo. Dessa vez, o prefeito recorreu à promotoria com o objetivo de adiar o pagamento por mais 90 dias, o que tem gerado indignação entre os educadores.
Outro ponto de preocupação que o Sinproesemma denuncia e está combatendo com muita ênfase é a tentativa de realizar o pagamento apenas sobre o valor principal, desconsiderando os juros, o que contraria o que determina a legislação.
A direção do Sinproesemma também alerta que já estão disponíveis as três parcelas em conta, mas o prefeito fica buscando subterfúgios e não dá encaminhamento adequado ao pagamento.
Diante desse cenário, o núcleo do Sinproesemma em Cândido Mendes, em consonância com a direção estadual tem intensificado a mobilização da categoria, realizando assembleias e atos públicos. No último dia 1º de maio, uma manifestação percorreu as ruas de Cândido Mendes para denunciar a situação e informar a sociedade sobre o descumprimento dos direitos dos professores.
O Sinproesemma reafirma que seguirá adotando todas as medidas necessárias para garantir o pagamento integral, com juros e correções, dos precatórios do Fundef aos profissionais da educação de Cândido Mendes.
“Não vamos aceitar nenhum tipo de manobra que retire direitos dos professores. O que está em jogo aqui é o cumprimento da lei e o respeito a toda uma categoria. O pagamento dos precatórios do Fundef deve ser feito de forma integral, com juros, como determina a legislação. O Sinproesemma não vai aceitar de forma alguma que esse pagamento seja feito de forma diferente. Os recursos das três parcelas já estão em conta e até agora nada de recurso no bolso do professor. O Sinproesemma sabe exatamente do que está tratando e acompanha cada movimento. Vamos até a última instância para garantir que os professores e professoras recebam o que é seu por direito. Lei é para ser cumprida. E, se houve qualquer utilização indevida desses recursos, os responsáveis vão responder pelos seus atos. O que não pode é o trabalhador da educação continuar sendo prejudicado. Nenhum professor ficará para trás”, afirmou Oliveira.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipal do Estado do Maranhão
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