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13A: Sinproesemma participa do Tsunami da Educação em São Luís

Secundaristas, universitários, professores, sindicalistas e representantes de movimentos sociais atenderam à convocação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e foram para as ruas nesta terça-feira, 13, em mais um Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação e contra a Reforma da Previdência. o Sinproesemma esteve presente no ato, representando os trabalhadores em educação do estado e municipais.

Depois da concentração na Praça Deodoro, as ruas do centro foram tomadas pela multidão, que com faixas, cartazes e palavras de ordem, denunciavam o desmonte da educação pública e da Previdência conforme Projeto de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) do Governo Federal, aprovada na Câmara dos Deputados e que seguiu para tramitação no Senado. Os atos pretendem alertar a população sobre a nocividade da Reforma, que atinge diretamente a classe trabalhadora, e do programa Future-se do Ministério da Educação, que quer privatizar as universidades públicas, alvos do sucateamento em consequência das medidas do governo Bolsonaro .

“Precisamos ocupar todos os espaços para denunciar as maldades que esse governo de Bolsonaro está fazendo com a classe trabalhadora e com a educação pública. Não vamos aceitar a privatização das universidades e nem os cortes  que estão sucateando a educação. Tão pouco somos a favor de uma reforma que pretende acabar com a aposentadoria, aumentando a idade mínima e o tempo de contribuição, que, entre outras coisas, pune o trabalhador brasileiro e beneficia os grandes  empresários e investidores”, disse Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Na Praça Deodoro, tradicional reduto de manifestações sociais e políticas, as centrais sindicais reuniram quase duas mil pessoas no terceiro “Tsunami da Educação”. Atos aconteceram nos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Cerca de 211 municípios brasileiros participaram da paralisação nacional, somando quase 83 milhões de pessoas nas ruas. A manifestação foi encerrada na Praça Maria Aragão, onde sindicalistas e outros participantes discursaram para a população que ocupava o local.

 

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